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Brasil pode ganhar uma nova montadora nacional híbrida nos próximos anos

8 de mai.
2 min de leitura

Em meio ao crescimento acelerado dos carros elétricos e híbridos no Brasil, uma empresa brasileira vem chamando atenção no mercado automotivo: a Lecar.

A startup automotiva anunciou que pretende produzir veículos híbridos flex nacionais no Espírito Santo, com foco em uma tecnologia diferente da maioria dos elétricos atuais. A proposta da marca é usar tração 100% elétrica, mas sem depender exclusivamente de carregadores externos.

O primeiro modelo divulgado pela empresa é o Lecar 459, um SUV cupê híbrido flex equipado com:• motor elétrico de aproximadamente 165 cv;• motor 1.0 turbo flex atuando como gerador de energia;• sistema “range extender”, onde o motor a combustão não move diretamente as rodas;• autonomia prometida de até 1.000 km.


Segundo a Lecar, o carro poderá rodar parte do tempo apenas no modo elétrico, enquanto o motor flex abastecido com etanol ou gasolina gera energia para recarregar a bateria durante o uso. A tecnologia busca reduzir a ansiedade de autonomia e eliminar a dependência total de estações de recarga.


A empresa também anunciou a construção de uma fábrica em Sooretama, no Espírito Santo, em um terreno de aproximadamente 460 mil m², com capacidade planejada para produzir até 120 mil veículos por ano.


Além do SUV 459, a marca já apresentou outros projetos, como a picape híbrida “Lecar Campo”, voltada tanto para cidade quanto para uso rural.

Apesar da repercussão positiva envolvendo uma possível nova montadora brasileira, o projeto também enfrenta dúvidas e críticas no setor automotivo. Parte da imprensa especializada e da comunidade automotiva questiona os prazos anunciados pela empresa e o estágio atual dos protótipos apresentados. A produção, inicialmente prevista para 2026, acabou sendo adiada para 2027.


Mesmo assim, a Lecar segue ganhando visibilidade por apostar em uma combinação considerada estratégica para o Brasil:⚡ tração elétrica🌱 uso do etanol🇧🇷 produção nacional

O avanço da empresa acontece justamente em um momento em que os híbridos crescem mais rápido que os elétricos puros no mercado brasileiro.

 
 
 

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